Defesa Cibernética e Inteligência Artificial: a busca por profissionais de excelência na era digital atual

Sociedade moderna e avanços tecnológicos demandam profissionais de excelência com conhecimentos específicos em Defesa Cibernética

A tecnologia vem impactando cada vez mais a vida da sociedade moderna, influenciando as formas de trabalho, de estudo e como nos relacionamos uns com os outros. O avanço tecnológico possibilitou que façamos tudo sem precisar sair de casa, o que ficou bastante evidente em tempos de pandemia, mas também deixou claro como estamos todos sujeitos a ataques e invasões cibernéticas, bem como a capacitação de profissionais competentes e hábeis para atuar na área de segurança cibernética.

Viver em uma sociedade altamente tecnológica e conectada transformou o que era físico em digital e essa digitalização das estruturas físicas, seja nas estruturas de trabalho ou nas tecnológicas, mostrou a forte expansão da economia de plataforma, que é o uso da tecnologia como plataforma para conectar muitas pontas. Como exemplo, podemos citar o uso de transporte por aplicativos e os serviços de streaming. “A pandemia da Covid-19 acelerou  tendências e algumas delas vieram pra ficar, como a explosão ainda maior da quantidade de dados”, afirmou Fabricio Lira, palestrante e executivo nas áreas de Inovação e Inteligência Artificial na IBM, líder mundial em Tecnologia da Informação. “Dados são combustível para a Inteligência Artificial e várias outras atividades do mundo tecnológico, então, precisamos aprender a lidar com complexidades relacionadas à privacidade, gestão e governança desses dados, com a segurança deles”, completou.

Para as tecnologias tradicionais, é difícil lidar e gerenciar esse volume de informações tão dinâmicas, como os dados, daí o uso da Inteligência Artificial. “A IA é atual, aparece em diversas situações. Hoje, sistemas de IA tomam decisões e precisamos explicar o porquê de terem tomado tal decisão e isso se funde com a defesa cibernética direta ou indiretamente”, explicou Jefferson Hengles, Coordenador da Graduação em Defesa Cibernética da Faculdade IBPTECH.

O curso EaD de Graduação em Defesa Cibernética da Faculdade IBPTECH visa atender essa demanda do mercado. Ele foi concebido pensando em criar uma faculdade especializada em Ciências Forenses, que juntasse dois mundos complexos, o da tecnologia e Direito com o das Ciências Humanas. E essa união requer competências ímpares para que se possa compreender de fato o direito digital.

“Nós buscamos desenvolver um currículo que fosse adequado à atualidade, que não se iguala a nada que tenha no mercado, porque ele foi feito exclusivamente por profissionais que atuam na área e sabem as demandas do dia a dia e o que acontece, o que de fato é demandado quando um incidente de segurança acontece. Nosso currículo foi desenvolvido com um único objetivo, formar uma base sólida, técnica e ao mesmo tempo humana e ética”, explicou Jefferson. A ideia é formar profissionais do futuro com conhecimento técnico, mas ao mesmo tempo humanos e preocupados com questões sociais, éticas e ambientais, tudo a partir de uma tecnologia totalmente inclusiva, com estudo de qualidade e ações de educação digital.

A graduação destina-se tanto a quem deseja ingressar em uma carreira relacionada à tecnologia quanto a profissionais já formados que se interessam por uma segunda graduação para completar seu conhecimento, como por exemplo os profissionais do direito, que já possuem competências na parte jurídica, mas querem conhecer a técnica para que possam unir essas habilidades. Dessa forma, o objetivo é que o curso não seja apenas conceitual, mas que integre a parte prática, por exemplo, com o uso de laboratórios remotos nacionais e internacionais, que permitem que, mesmo a distância, o aluno entenda na prática o conteúdo e seja supervisionado por professores.

A era digital do futuro precisa ser ética e justa, com profissionais cientes da sua responsabilidade. A sociedade moderna e a era pós-pandemia levaram a educação a outro nível, com a relevância de habilidades e competências assumindo um novo desenho. Análise e pensamento crítico, autogerenciamento, saber se relacionar e trabalhar com pessoas, seja de forma presencial ou remota, são itens que foram elevados a outro patamar, são habilidades que se tornaram necessárias ao profissional do futuro, mas que não eram presentes em cursos tradicionais. “Hoje, praticamente todas as empresas têm na agenda de negócios cibersegurança. IA não é agenda do futuro é do presente, a capacitação nisso precisa aumentar”, finaliza Lira.